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O que são suplementos em goma? Entenda o formato que conquistou o autocuidado femino

O que são suplementos em goma? Entenda o formato que conquistou o autocuidado femino

Imagine transformar aquele momento chato de tomar suplementos em algo realmente gostoso. É exatamente isso que os suplementos em goma fizeram! Nada de cápsulas grandes e difíceis de engolir – agora temos uma alternativa deliciosa, prática e eficiente. Com essa mudança, cuidar da saúde virou uma experiência muito mais leve, prazerosa e acessível.

Esse novo formato tem ganhado o coração (e a rotina) de milhares de mulheres. Por quê? Porque ele resolve um dos maiores problemas da suplementação tradicional: o incômodo de engolir comprimidos. Ao invés disso, você saboreia uma goma funcional com textura macia, sabor agradável e, claro, cheia de benefícios para o seu corpo.

E o melhor: não precisa de água, nem de horários rígidos ou preparações especiais. Basta mastigar e pronto. Com tantas vantagens, não é surpresa que cada vez mais pessoas estejam adotando essa forma moderna e divertida de cuidar da saúde diariamente.

Suplementos em goma: sabor, praticidade e saúde em uma mordida

Os suplementos em goma representam uma nova era no autocuidado feminino. São coloridos, saborosos e fáceis de tomar, mas também carregam uma combinação poderosa de nutrientes em doses equilibradas. É um jeito inovador de consumir vitaminas e minerais que, até pouco tempo atrás, vinham apenas em cápsulas ou comprimidos.

As gomas da Vicky Beauty foram pensadas especialmente para quem busca uma rotina de cuidados mais intuitiva e prazerosa. Elas combinam:

  • Ingredientes naturais e funcionais

  • Fórmulas com baixo teor de açúcar

  • Sabor envolvente e textura agradável

Com elas, suplementar virou uma experiência positiva. E, para muitas mulheres, esse detalhe é o que faz toda a diferença na hora de manter a regularidade no consumo. Afinal, quando algo é gostoso e fácil, vira hábito com muito mais facilidade.

Para quem busca beleza de dentro pra fora com leveza e consistência, o suplemento para cabelo Our Secret Hair entrega 12 vitaminas e minerais em uma goma deliciosa.

Como funcionam os suplementos em goma na prática

A lógica por trás das gomas é simples e poderosa: pegar o que funciona em suplementos tradicionais e entregar de forma mais agradável. Em vez de cápsulas duras, comprimidos difíceis ou pós que precisam ser diluídos, você recebe os nutrientes em uma goma mastigável, com sabor de fruta e textura macia.

Esse formato se destaca por:

  • Ser prático de transportar e consumir

  • Não exigir água ou utensílios

  • Proporcionar uma experiência sensorial agradável

  • Aumentar a adesão ao uso diário

Mesmo sendo deliciosas, as gomas da Vicky Beauty são feitas com tecnologia de ponta para garantir a concentração correta de vitaminas em cada unidade. Isso significa que você recebe a dose certa dos ativos – sem excessos, sem falhas e com muito mais praticidade.

E claro: como em qualquer suplemento, é fundamental seguir a recomendação de uso e, sempre que possível, buscar orientação profissional para alinhar os objetivos de saúde com os nutrientes mais indicados.

Vantagens dos suplementos em goma: mais que sabor

Mais do que uma tendência, os suplementos em goma são uma resposta real às necessidades da mulher moderna. Eles se adaptam à correria do dia a dia, promovem bem-estar com prazer e facilitam a manutenção de hábitos saudáveis.

Entre os principais diferenciais, estão:

  • Conveniência: pode levar na bolsa, na mochila, no nécessaire

  • Sabor agradável: transforma a rotina de autocuidado em um momento prazeroso

  • Alta adesão: por serem gostosos, são mais fáceis de lembrar e consumir

  • Textura confortável: sem o desconforto comum dos comprimidos grandes

  • Adoçantes naturais e fórmulas limpas, como nas versões da Vicky Beauty

Não à toa, esse formato já movimenta bilhões em investimentos no mercado global. É uma revolução que veio para ficar – e que faz todo sentido quando pensamos no bem-estar como algo que deve ser leve, acessível e constante.

Gomas x cápsulas: o que muda na prática?

Ao comparar suplementos em goma com os formatos tradicionais, como cápsulas e comprimidos, percebemos que a diferença vai muito além do sabor. Estamos falando de experiência, adaptação e constância.

Veja o comparativo:

Cápsulas/comprimidos

  • Podem ser difíceis de engolir

  • Precisam de água

  • Desencorajam o uso constante

  • Têm sabor neutro ou amargo

Gomas

  • São saborosas e mastigáveis

  • Não exigem água

  • Favorecem o consumo contínuo

  • Agradam ao paladar e viram hábito

Além disso, as gomas da Vicky Beauty são desenvolvidas com adoçantes naturais e tecnologias que garantem a absorção eficiente dos nutrientes. Ou seja, não basta ser gostoso: precisa funcionar – e funciona mesmo.

Quais nutrientes são encontrados nas gomas?

Você se surpreenderia ao saber quantos ativos cabem dentro de uma única goma. A tecnologia de produção permite concentrar doses ideais de nutrientes em uma base mastigável, sem comprometer o sabor ou a eficácia.

Entre os nutrientes mais comuns, estão:

  • Biotina, colágeno e vitamina C – para fortalecer cabelo, pele e unhas

  • Melatonina e triptofano – para melhorar o sono e reduzir o estresse

  • Creatina e cafeína natural – para foco, energia e desempenho físico

  • Vitaminas do complexo B, D3 e minerais como zinco e magnésio

Cada goma oferece uma solução específica, e é isso que torna esse formato tão versátil: ele pode atuar na beleza, no bem-estar emocional, na imunidade e até no rendimento durante treinos.

Como incluir suplementos em goma na rotina?

Adotar suplementos em goma é muito simples – e essa é uma das maiores vantagens. Ainda assim, para ter resultados consistentes, vale seguir algumas recomendações.

Dicas para um uso mais eficiente:

  • Escolha um horário fixo para tomar sua goma todos os dias (pode ser junto com o café da manhã, por exemplo)

  • Mantenha a embalagem em um local visível para não esquecer

  • Use como parte de um ritual de autocuidado: associe ao skincare, ao chá da noite, ou a algum momento tranquilo

  • Siga a dose indicada no rótulo e não ultrapasse a quantidade recomendada

  • Consulte um profissional se tiver dúvidas sobre qual goma é ideal para você

Para transformar o fim do dia em um momento de conexão com você mesma, a melatonina em goma Pause oferece relaxamento e sono de qualidade com sabor de maracujá.

Quando o suplemento é agradável e cabe na sua rotina, ele deixa de ser obrigação e vira prazer. E é aí que mora o segredo para criar um hábito de bem-estar duradouro.

Suplementos em goma: mais do que tendência, uma escolha inteligente

A revolução dos suplementos em goma veio para transformar a forma como lidamos com a saúde no dia a dia. Deixamos para trás a rigidez dos formatos tradicionais e abraçamos uma experiência mais humana, leve e eficiente.

As gomas tornaram o autocuidado algo possível para mais pessoas – especialmente para quem não se adaptava bem a cápsulas. Com opções como vitaminas para o cabelo, melatonina para o sono e creatina para o treino, ficou fácil manter a rotina de suplementação.

Se sua rotina pede mais foco e desempenho físico, a creatina em goma da Vicky une potência e praticidade no sabor irresistível de frutas vermelhas.

E o melhor: tudo isso com sabor, praticidade e resultados reais.

Se você quer transformar sua relação com os suplementos e tornar o autocuidado um momento prazeroso do dia, acesse agora a Vicky Beauty e descubra todas as opções de gomas disponíveis. Sua saúde e seu bem-estar merecem esse carinho!

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Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Meta description SEO: Entenda o que é o Magnésio Tripla Ação, quais formas de magnésio estão presentes e o que os estudos científicos revelam sobre os benefícios desse mineral essencial.

Palavras-chave: magnésio tripla ação, formas de magnésio, malato de magnésio, treonato de magnésio, glicinato de magnésio, deficiência de magnésio


O magnésio é o quarto mineral mais abundante no organismo humano e cofator de mais de 300 reações enzimáticas — da síntese de ATP à regulação do sistema nervoso. Apesar de sua importância fundamental, pesquisas indicam que grande parte da população não atinge as recomendações diárias desse mineral apenas pela alimentação.

O que muitas pessoas não sabem, porém, é que nem todo suplemento de magnésio é igual. A forma química em que o magnésio é apresentado influencia diretamente sua absorção, biodisponibilidade e os tecidos para os quais ele é direcionado no organismo. É aí que entra o conceito de magnésio tripla ação.

O que é o Magnésio Tripla Ação?

O termo 'tripla ação' refere-se à combinação de três formas de magnésio com perfis de absorção e atuação distintos, geralmente o malato de magnésio, o glicinato de magnésio e o treonato de magnésio. Cada uma delas carrega o mineral a diferentes compartimentos do corpo, ampliando o espectro de benefícios.

1. Malato de Magnésio

O malato de magnésio é uma combinação de magnésio com ácido málico, um ácido orgânico presente naturalmente em frutas. O ácido málico é um intermediário do ciclo de Krebs — a via central de produção de energia celular — e sua associação com o magnésio favorece especialmente a produção de ATP (adenosina trifosfato), a molécula que o corpo usa como combustível imediato.

Estudos sugerem que o malato de magnésio pode ser particularmente útil em quadros de fadiga muscular e sensibilidade muscular. Uma pesquisa publicada no Journal of Nutritional & Environmental Medicine (Russell et al., 1995) investigou sua utilização em pessoas com fibromialgia, reportando melhora na dor e no cansaço nos participantes suplementados.

2. Glicinato de Magnésio

O glicinato de magnésio (ou bisglicinato) combina o mineral ao aminoácido glicina. Esta forma é reconhecida por apresentar alta biodisponibilidade e excelente tolerabilidade gastrointestinal — o que a diferencia das formas mais comuns, como o óxido de magnésio, que frequentemente causam efeito laxativo.

A glicina, por si só, é um neurotransmissor inibitório com papel reconhecido na qualidade do sono. Um estudo publicado no periódico Sleep and Biological Rhythms (Bannai & Kawai, 2012) demonstrou que a suplementação com glicina antes de dormir melhorou a qualidade subjetiva do sono e reduziu a sonolência diurna nos participantes. A associação com o magnésio potencializa esses efeitos, tornando o glicinato uma forma especialmente interessante para o período noturno.

3. Treonato de Magnésio

O treonato de magnésio (também chamado L-treonato de magnésio) é a forma mais recentemente desenvolvida e a que tem gerado maior interesse na neurociência. Seu diferencial está na capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica — a estrutura que protege o cérebro e restringe a passagem de substâncias da corrente sanguínea para o sistema nervoso central.

Um estudo publicado na revista Neuron (Slutsky et al., 2010), conduzido pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), demonstrou que o treonato de magnésio foi a única forma testada capaz de elevar os níveis de magnésio no líquido cefalorraquidiano e no córtex cerebral de ratos, com melhoras significativas na plasticidade sináptica e na função cognitiva.

Pesquisas subsequentes em humanos reforçam o interesse nessa forma para aspectos relacionados à memória, concentração e saúde cognitiva a longo prazo.

Deficiência de Magnésio: mais comum do que parece

Uma revisão publicada no Nutrients (Rosanoff et al., 2012) estimou que até 75% da população americana não consome quantidades adequadas de magnésio. No Brasil, o cenário é similar: o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, o uso crônico de certos medicamentos (como inibidores de bomba de prótons e diuréticos) e o estresse crônico são fatores que contribuem para a depleção desse mineral.

Os sinais mais comuns associados à insuficiência de magnésio incluem:

  • Câimbras musculares frequentes
  • Dificuldade para dormir ou sono não reparador
  • Irritabilidade e ansiedade
  • Cansaço persistente sem causa aparente
  • Dores de cabeça frequentes
  • Palpitações cardíacas

Esses sintomas são inespecíficos e podem ter múltiplas causas, por isso o diagnóstico de deficiência de magnésio deve ser investigado com um profissional de saúde.

Magnésio e sistema nervoso

O magnésio tem papel regulatório sobre os receptores NMDA (N-metil-D-aspartato), que são os principais receptores excitatórios do sistema nervoso central. Quando o magnésio está em níveis adequados, ele bloqueia a ativação excessiva desses receptores, contribuindo para uma resposta mais equilibrada ao estresse e reduzindo o estado de hiperexcitabilidade neuronal — frequentemente associado à ansiedade e ao sono de má qualidade.

Uma revisão de 2017 publicada no Nutrients (Boyle et al., 2017) analisou 18 estudos sobre magnésio e ansiedade e concluiu que há evidências preliminares favoráveis ao uso do mineral como estratégia adjunta no manejo da ansiedade leve a moderada, especialmente em populações com ingestão insuficiente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 2 cápsulas ao dia, preferencialmente à tarde ou à noite. Esse horário é estratégico: o magnésio tem um efeito relaxante que favorece a transição para o sono, e os níveis de cortisol (hormônio do estresse) naturalmente caem nesse período, criando uma janela favorável para a suplementação.

Evitar o jejum não é uma regra absoluta para o magnésio, mas consumi-lo junto a uma refeição pode reduzir eventuais desconfortos gastrointestinais em pessoas mais sensíveis.

Para quem pode ser indicado?

O magnésio tripla ação pode ser particularmente relevante para:

  • Pessoas com alta demanda física ou atletas (suporte à função muscular)
  • Indivíduos com dificuldades de sono ou insônia leve
  • Pessoas sob estresse crônico
  • Quem sente câimbras musculares frequentes
  • Indivíduos que desejam suportar a saúde cognitiva

Como sempre, a avaliação individualizada por um nutricionista ou médico é fundamental para determinar a dosagem adequada e avaliar possíveis interações com medicamentos em uso.

Referências científicas: Russell et al. (1995), Journal of Nutritional & Environmental Medicine; Slutsky et al. (2010), Neuron (MIT); Boyle et al. (2017), Nutrients; Rosanoff et al. (2012), Nutrients; Bannai & Kawai (2012), Sleep and Biological Rhythms.

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Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Meta description SEO: Descubra os benefícios da Laranja Moro combinada com Café Verde e Picolinato de Cromo. Veja o que dizem os estudos científicos sobre esses ingredientes.

Palavras-chave: laranja moro benefícios, antocianinas laranja moro, café verde emagrecimento, picolinato de cromo insulina


Se você já pesquisou sobre suplementos voltados ao metabolismo ou controle de peso, provavelmente já encontrou o nome laranja moro — e talvez tenha se perguntado se existe ciência por trás desse ingrediente. A resposta é sim, e ela é bastante interessante.

Neste artigo, vamos explorar o que são a laranja moro, o café verde e o picolinato de cromo, o que os estudos científicos revelam sobre cada um deles e como esses três ingredientes interagem em conjunto.

O que é a Laranja Moro?

A Laranja Moro (Citrus sinensis L. Osbeck) é uma variedade de laranja sanguínea originária da Sicília, Itália. Diferente das laranjas comuns, ela apresenta uma coloração avermelhada intensa — tanto na casca quanto na polpa — resultado de uma alta concentração de antocianinas, especialmente a cyanidin-3-glucoside (C3G).

As antocianinas são pigmentos naturais pertencentes à família dos flavonoides, reconhecidos por suas potentes propriedades antioxidantes. No caso da laranja moro, o perfil de antocianinas é distinto das demais laranjas sanguíneas, o que a tornou objeto de pesquisa científica nas últimas duas décadas.

O que dizem os estudos sobre a Laranja Moro?

Um dos estudos mais citados sobre a laranja moro foi publicado no International Journal of Obesity (Cardile et al., 2015), que investigou os efeitos do extrato de laranja moro em células de gordura humanas in vitro e em modelos animais. Os pesquisadores observaram que as antocianinas presentes no fruto influenciaram genes relacionados à diferenciação de adipócitos (células de gordura) e ao metabolismo lipídico.

Outro estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, conduzido por Mollace et al. (2011) e publicado na revista Fitoterapia, avaliou o efeito do extrato de laranja moro em adultos com sobrepeso ao longo de 12 semanas. Os participantes que receberam o extrato apresentaram redução no índice de massa corporal (IMC) e na circunferência abdominal em comparação ao grupo placebo, com diferenças estatisticamente significativas.

Pesquisas laboratoriais também demonstraram que a cyanidin-3-glucoside presente na laranja moro pode atuar na inibição de enzimas envolvidas na síntese de gordura (lipogênese), além de apresentar atividade anti-inflamatória ao modular vias de sinalização como o NF-kB.

Café Verde: além da cafeína

O café verde é simplesmente o grão de café não torrado. Durante o processo de torra, o grão perde grande parte do ácido clorogênico — seu principal composto bioativo. Por isso, o extrato de café verde é muito mais rico nessa substância do que o café que consumimos diariamente.

O ácido clorogênico tem sido estudado por sua capacidade de modular a absorção de glicose no intestino delgado e influenciar o metabolismo hepático de gorduras. Uma revisão sistemática publicada no Journal of Evidence-Based Complementary & Alternative Medicine (Johnston et al., 2003) reuniu estudos clínicos sobre o tema e concluiu que o ácido clorogênico pode reduzir a absorção de glicose pós-prandial, o que contribui para a estabilidade glicêmica.

Vale destacar que o café verde também contém cafeína, embora em menor quantidade do que o café torrado. A cafeína é um dos estimulantes naturais mais estudados e tem papel conhecido no aumento do gasto energético por meio da termogênese — o processo pelo qual o corpo produz calor ao metabolizar nutrientes.

Picolinato de Cromo: o papel do mineral na regulação glicêmica

O cromo é um mineral traço essencial que participa da sinalização da insulina. Sua forma mais biodisponível e estudada na suplementação é o picolinato de cromo — uma forma quelada que facilita a absorção intestinal do mineral.

O cromo atua como cofator do 'fator de tolerância à glicose' (GTF), potencializando a ação da insulina nos receptores celulares. Estudos clínicos demonstraram que a suplementação com picolinato de cromo pode contribuir para a redução da glicemia de jejum e da hemoglobina glicada (HbA1c) em pessoas com resistência insulínica.

Uma meta-análise publicada no Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics (Suksomboon et al., 2014), que reuniu 25 estudos randomizados controlados, concluiu que o picolinato de cromo foi associado a reduções modestas, mas significativas, na glicemia de jejum e nos triglicerídeos.

Além disso, algumas pesquisas apontam que o cromo pode influenciar o apetite por carboidratos — um aspecto relevante para pessoas que notam dificuldade em controlar o consumo de alimentos açucarados.

A sinergia dos três ingredientes

Quando analisamos a combinação de laranja moro, café verde e picolinato de cromo, percebemos que os três atuam em frentes complementares do metabolismo:

  • A laranja moro contribui com antioxidantes potentes (antocianinas) e ação sobre o metabolismo lipídico.
  • O café verde, via ácido clorogênico, auxilia na modulação da absorção de glicose e no gasto energético.
  • O picolinato de cromo apoia a sensibilidade à insulina e o controle glicêmico.

Essa combinação foi pensada de forma estratégica para atuar em múltiplos pontos do metabolismo de carboidratos e gorduras simultaneamente — o que potencialmente aumenta a eficácia em comparação ao uso isolado de cada ingrediente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 1 cápsula pela manhã, em jejum. O jejum favorece a absorção do ácido clorogênico do café verde e das antocianinas da laranja moro, maximizando a biodisponibilidade dos compostos ativos.

Considerações importantes

A suplementação com laranja moro, café verde e picolinato de cromo não substitui hábitos alimentares equilibrados, prática regular de atividade física ou acompanhamento profissional. Pessoas com condições de saúde como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, gestantes e lactantes devem consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação.

Indivíduos sensíveis à cafeína devem estar atentos, pois o extrato de café verde pode conter quantidades variáveis da substância.

Referências científicas: Mollace et al. (2011), Fitoterapia; Johnston et al. (2003), JECAM; Suksomboon et al. (2014), Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics; Cardile et al. (2015), International Journal of Obesity.

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⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

Você acorda cansada mesmo depois de dormir.
Depende de café para funcionar.
Sente queda de energia no meio da tarde.
Tem dificuldade de foco, rendimento baixo nos treinos e produtividade limitada no trabalho.

Isso não é “falta de força de vontade”.
É, muitas vezes, falta de suporte metabólico adequado.

A produção de energia no nosso corpo depende diretamente de nutrientes específicos que participam da formação de ATP (adenosina trifosfato), a molécula responsável por abastecer nossas células.

E é exatamente nesse ponto que entra o Energy – Vicky Beauty.


🔬 O que existe por trás da fórmula do Energy?

O Energy não é um estimulante comum.
Ele não contém cafeína e não promove picos seguidos de queda brusca de energia.
Sua proposta é oferecer energia metabólica inteligente, com liberação equilibrada.

Vamos entender cada ativo:

✔ Arginina

A arginina é um aminoácido precursor do óxido nítrico, substância que melhora a circulação sanguínea.
Melhor fluxo sanguíneo significa melhor entrega de oxigênio e nutrientes para músculos e cérebro, favorecendo desempenho físico e mental.

Estudos demonstram que a arginina pode contribuir para melhora da performance e redução da fadiga em determinadas condições metabólicas.


✔ Vitamina B6

A vitamina B6 participa diretamente do metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.
Ela é essencial na conversão de nutrientes em energia e também atua na síntese de neurotransmissores, impactando foco, humor e disposição.

Baixos níveis de B6 podem estar associados à fadiga e redução de desempenho cognitivo.


✔ Magnésio

O magnésio é cofator em mais de 300 reações enzimáticas no organismo.
Ele participa da produção de ATP, da contração muscular e do funcionamento neuromuscular.

Deficiências leves de magnésio são comuns e frequentemente associadas a cansaço, câimbras, baixa energia e dificuldade de recuperação.


✔ Zinco

O zinco atua no metabolismo energético, na função imunológica e no equilíbrio hormonal.
Além disso, é fundamental para a integridade celular e resposta antioxidante.

Níveis adequados de zinco contribuem para melhor recuperação e resistência física.


✔ Taurina

A taurina é um aminoácido com ação moduladora no sistema nervoso e participação no equilíbrio eletrolítico celular.
Ela auxilia na resistência física, no foco e na redução do estresse oxidativo associado ao esforço físico e mental.


⚡ Por que escolher uma fórmula sem cafeína?

A cafeína estimula o sistema nervoso central, mas pode gerar:
– picos abruptos de energia
– ansiedade
– taquicardia
– queda brusca posterior (“efeito rebote”)

O Energy atua de maneira diferente:
oferece suporte metabólico com absorção eficiente e liberação gradual, promovendo energia sustentada ao longo do dia.


💛 Para quem o Energy é indicado?

• Pessoas com rotina intensa e alto nível de exigência mental
• Quem sente queda de energia no meio do dia
• Praticantes de atividade física
• Profissionais que precisam de foco e produtividade
• Quem busca alternativa à cafeína

Energia não é sobre estimulação exagerada.
É sobre fornecer ao corpo o que ele precisa para funcionar melhor.


✨ A solução não está em fazer mais. Está em nutrir melhor.

Quando o metabolismo energético recebe os cofatores adequados, o corpo responde com mais disposição, clareza mental e resistência física.

Cuidar da energia é cuidar da qualidade de vida.


Dra. Giovanna Baleiro
Nutricionista Esportiva e Estética
Para Vicky Beauty 💛

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Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

A chegada da terceira idade traz transformações naturais — algumas bem-vindas, outras que exigem atenção. Entre as principais preocupações está a sarcopenia, a perda progressiva de massa e força muscular que aumenta o risco de quedas, limita a autonomia e prejudica a qualidade de vida. Para muitas mulheres, essas mudanças se aceleram a partir da perimenopausa e da menopausa, quando a queda nos níveis de estrogênio favorece a perda muscular e óssea, abrindo caminho para osteopenia e, em casos mais avançados, osteoporose. É nesse cenário que a creatina — um suplemento reconhecido por atletas, tem emergido como uma ferramenta valiosa também para idosos.

Por que a creatina faz sentido na terceira idade?

A creatina é um composto naturalmente produzido pelo organismo (e obtido em parte pela alimentação, especialmente carnes e peixes) que atua como reservatório rápido de energia para contrações musculares intensas. Em pessoas idosas, há tanto diminuição de massa magra quanto alterações no metabolismo energético celular, fatores que tornam a reposição pela dieta e suplementação mais relevantes. Estudos e revisões recentes mostram que, sobretudo quando combinada com treinamento resistido, a suplementação de creatina pode aumentar massa magra, melhorar força e funcionalidade (capacidade de levantar-se, caminhar e carregar cargas), além de contribuir para a manutenção da saúde óssea. Mulher, perimenopausa e risco aumentado

A transição para a perimenopausa e a menopausa é um período crítico. A redução do estrogênio está associada não só a perda de densidade mineral óssea (osteopenia → osteoporose) mas também à maior propensão à sarcopenia. Para mulheres que chegam aos 50+, medidas preventivas são essenciais: alimentação proteica adequada, exercícios de força regulares e, quando indicado, suplementação com creatina como coadjuvante das intervenções. A literatura específica sobre creatina no contexto feminino tem crescido: há evidências de que mulheres perimenopáusicas e pós-menopáusicas também podem se beneficiar, especialmente em termos de força e composição corporal. 

E quanto aos ossos? creatina ajuda a prevenir osteopenia/osteoporose?

A relação músculo–osso é íntima: músculos mais fortes submetem o esqueleto a cargas mecânicas benéficas, estimulando remodelação óssea. Ensaios controlados e estudos longitudinais indicam que a creatina, quando associada a um programa de resistência, pode contribuir para ganhos na massa magra e apresentar sinais promissores sobre alguns parâmetros de saúde óssea em mulheres pós-menopáusicas. Um estudo randomizado de longa duração avaliou suplementação de creatina aliada ao exercício e observou efeitos positivos sobre marcadores relacionados à saúde óssea — isto não significa que a creatina substitui cálcio, vitamina D ou tratamentos médicos para osteoporose, mas pode ser uma estratégia adjuvante para reduzir risco de perda óssea dentro de um programa integrado. 

Segurança e orientações práticas

Uma preocupação comum é o impacto da creatina nos rins. Revisões e meta-análises recentes mostram que, em indivíduos saudáveis e quando usada em doses recomendadas, a creatina não causa declínio da taxa de filtração glomerular — embora ocasionalmente eleve a creatinina sérica por efeito metabólico (o que pode confundir interpretações laboratoriais). Para idosos com doenças renais pré-existentes, hipertensão grave ou uso de medicamentos específicos, a avaliação médica antes de iniciar suplementação é imprescindível.

Dosagem prática (baseada em estudos clínicos):

  • Estratégia simples e eficaz: 3–5 g/dia de creatina monohidratada (manutenção). Estudos mostram que essa faixa é capaz de aumentar as reservas musculares de creatina e promover efeitos benéficos ao longo de semanas a meses. Alternativamente, protocolos com fase de “loading” (0,3 g/kg/dia por 5–7 dias) seguida de manutenção também são descritos, mas não são obrigatórios para obter benefícios.

Como inserir a creatina num plano de cuidado integral

  1. Avaliação inicial: exame clínico, função renal (se houver comorbidades), histórico de medicações e habitos alimentares.

  2. Priorizar treino de resistência: creatina é muito mais eficaz quando há estímulo mecânico (treino de força) — sessões 2–3x/semana já trazem ganhos significativos.

  3. Proteína adequada na dieta: combinar proteína de boa qualidade com creatina potencializa ganho de massa magra.

  4. Monitoramento: acompanhar força funcional (ex.: tempo para levantar da cadeira), composição corporal e, quando indicado, DMO (densidade mineral óssea).

  5. Segurança: orientar sobre produtos testados por terceiros e evitar doses muito altas sem supervisão.

Conclusão — por que considerar a creatina para idosos (e especialmente mulheres pós-50)

A creatina deixou de ser “apenas” suplemento de atletas. Para idosos, e particularmente para mulheres que atravessam a perimenopausa/menopausa, ela surge como uma aliada acessível, com forte respaldo científico, quando usada com critério e aliada a exercícios de força e boa nutrição. Seu papel não é milagroso nem substitui tratamentos médicos, mas pode aumentar a resistência muscular, preservar função e contribuir indiretamente para a saúde óssea — fatores decisivos para manter independência, mobilidade e qualidade de vida na maturidade.

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