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Como funciona a creatina em forma de goma: tudo o que você precisa saber

Como funciona a creatina em forma de goma: tudo o que você precisa saber

Você já ouviu falar em creatina em formato de goma, mas ainda não sabe exatamente como ela funciona? Esse tipo de suplemento tem ganhado espaço nas rotinas de quem busca mais energia, foco e desempenho, tudo de forma prática e sem complicações. Ao contrário do que muitos pensam, a creatina não é só para atletas. Seu papel vai muito além dos treinos pesados.

Neste conteúdo, você vai entender o que é a creatina, como ela age no organismo, o que muda quando ela vem em formato de goma e por que essa versão está conquistando tanta gente.

Vamos direto ao ponto?

O que é creatina e como ela atua no corpo?

A creatina é uma substância naturalmente produzida pelo nosso corpo e também obtida em pequenas quantidades por meio da alimentação, principalmente de carnes e peixes. Ela é armazenada nos músculos na forma de fosfocreatina, uma espécie de reserva rápida de energia para momentos de esforço intenso.

Na prática, a creatina age como um reforço de energia para as células. Durante atividades que exigem força ou explosão, o organismo utiliza rapidamente essa reserva para manter a performance.

Mas seu papel não termina aí.

Benefícios principais da creatina:

  • Apoia o desempenho físico em exercícios curtos e intensos;

  • Contribui para a recuperação muscular;

  • Ajuda no ganho de massa magra;

  • Pode beneficiar o funcionamento cognitivo, como foco e memória

Ou seja, mesmo quem não treina pode sentir os efeitos positivos, já que a creatina está envolvida em processos celulares que afetam tanto o corpo quanto a mente.

Quer experimentar na prática todos esses benefícios? Conheça a creatina em goma da Vicky Beauty, pensada para mulheres que querem mais foco, energia e desempenho.

O que é a creatina em formato de goma?

A creatina em formato de goma nada mais é do que a mesma creatina monohidratada, uma das formas mais estudadas e seguras do suplemento, apresentada em formato de goma mastigável.

Ela vem pronta para consumo, com a dose já medida em cada unidade, oferecendo uma alternativa mais prática ao tradicional pó ou cápsula.

Esse tipo de suplemento é ideal para quem tem dificuldades com sabores fortes ou com a rotina de diluir pós em líquidos. Com sabor agradável e formato prático, a creatina em forma de  goma se adapta com facilidade ao dia a dia.

Como funciona a creatina no organismo?

A ação da creatina começa após a digestão. Assim como outras formas, ela é absorvida pelo trato gastrointestinal e transportada para os músculos, onde se transforma em fosfocreatina.

Essa reserva fica disponível para ser usada durante esforços físicos de alta intensidade, como subir escadas, fazer exercícios ou até enfrentar dias mentalmente exigentes.

Mesmo sendo mastigável, o funcionamento da creatina no organismo permanece o mesmo, desde que o uso seja regular. O segredo está na constância, os efeitos da creatina são cumulativos e não imediatos.

Quais as vantagens da creatina em formato de goma?

Além da praticidade, a creatina em formato de goma oferece outros diferenciais interessantes para quem busca uma rotina mais leve e adaptável.

Entre os principais benefícios, podemos destacar:

  • Praticidade no consumo: sem necessidade de misturas ou preparos;

  • Portabilidade: pode ser levada na bolsa, mochila ou nécessaire;

  • Sabor agradável: ideal para quem tem dificuldade com o pó;

  • Dose exata por unidade: evita erros na suplementação;

  • Facilidade para criar o hábito diário.

Essas vantagens fazem com que mais pessoas consigam manter a regularidade, que é essencial para sentir os efeitos da creatina no longo prazo.

Com a creatina em goma da Vicky Beauty, manter o uso diário fica muito mais fácil e os resultados aparecem de forma leve e constante.

A creatina em forma de goma é tão eficaz quanto a em pó?

Sim. Apesar da diferença no formato, a eficácia da creatina na forma de goma é equivalente à da creatina em pó, desde que a dose e a frequência de uso sejam respeitadas.

A velocidade de absorção pode ser levemente menor por conta da digestão mais lenta de gomas, mas esse detalhe não compromete os resultados ao longo do tempo. O mais importante continua sendo o uso diário e constante.

Como incluir a creatina na rotina?

Adicionar a creatina na rotina é simples e essa é uma das grandes vantagens desse formato.

A recomendação geral é o consumo diário de 3g de creatina, o que equivale a uma ou duas gomas, dependendo da marca e da concentração.

Dicas para uso regular:

  • Crie um lembrete diário no celular ou associe ao horário de alguma refeição

  • Mantenha a embalagem visível para não esquecer

  • Leve com você para o trabalho, academia ou viagem

Você não precisa tomar logo antes ou depois do treino, o que importa é a regularidade. A creatina atua por acúmulo no organismo, e os estoques são formados ao longo de dias ou semanas.

Quem pode usar creatina?

A creatina em forma de goma pode ser utilizada por uma ampla variedade de pessoas, inclusive aquelas que não têm uma rotina intensa de treinos.

Perfis que podem se beneficiar:

  • Pessoas com rotina agitada e necessidade de foco e energia;

  • Mulheres que querem melhorar força sem ganho excessivo de volume;

  • Iniciantes em atividade física que buscam mais disposição;

  • Estudantes ou profissionais que enfrentam alta carga mental.

Claro, é sempre importante consultar um profissional de saúde antes de iniciar qualquer suplementação, especialmente se houver condições pré-existentes.

Existe algum efeito colateral?

A creatina é considerada um dos suplementos mais seguros disponíveis no mercado, com décadas de estudos comprovando sua eficácia e segurança.

No entanto, como qualquer substância, o uso excessivo pode causar desconfortos gastrointestinais leves ou retenção hídrica em algumas pessoas.

Para evitar problemas:

  • Siga a dose recomendada no rótulo;

  • Beba bastante água ao longo do dia;

  • Mantenha uma alimentação equilibrada.

A versão em goma, por ter sabor adocicado, pode conter açúcares ou adoçantes. Por isso, vale sempre verificar a composição, especialmente se você estiver em alguma dieta específica.

A creatina substitui a alimentação?

Não. A creatina em forma de goma é um suplemento, ou seja, um apoio à alimentação, não um substituto.

Manter uma dieta equilibrada, com bons níveis de proteínas, carboidratos e micronutrientes, continua sendo a base para saúde e desempenho. A creatina entra como um reforço pontual e estratégico.

Entenda e escolha com consciência

A creatina em forma de goma é uma alternativa moderna e prática para quem busca melhorar a disposição física e mental no dia a dia. Ela funciona de maneira semelhante à creatina tradicional, mas com um diferencial importante: facilita a rotina e promove a constância no consumo, o que é chave para bons resultados.

Se você busca entender melhor o universo da suplementação e como incorporar opções mais práticas ao seu dia, vale a pena conhecer os benefícios dessa versão.

Se praticidade e constância são importantes para você, a creatina em goma da Vicky Beauty foi feita sob medida para sua rotina.

Quer aprender mais sobre bem-estar, saúde feminina e como incluir suplementos de forma inteligente na sua rotina? Acesse o site da Vicky Beauty e explore conteúdos que apoiam sua jornada de autocuidado e energia.

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Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Meta description SEO: Entenda o que é o Magnésio Tripla Ação, quais formas de magnésio estão presentes e o que os estudos científicos revelam sobre os benefícios desse mineral essencial.

Palavras-chave: magnésio tripla ação, formas de magnésio, malato de magnésio, treonato de magnésio, glicinato de magnésio, deficiência de magnésio


O magnésio é o quarto mineral mais abundante no organismo humano e cofator de mais de 300 reações enzimáticas — da síntese de ATP à regulação do sistema nervoso. Apesar de sua importância fundamental, pesquisas indicam que grande parte da população não atinge as recomendações diárias desse mineral apenas pela alimentação.

O que muitas pessoas não sabem, porém, é que nem todo suplemento de magnésio é igual. A forma química em que o magnésio é apresentado influencia diretamente sua absorção, biodisponibilidade e os tecidos para os quais ele é direcionado no organismo. É aí que entra o conceito de magnésio tripla ação.

O que é o Magnésio Tripla Ação?

O termo 'tripla ação' refere-se à combinação de três formas de magnésio com perfis de absorção e atuação distintos, geralmente o malato de magnésio, o glicinato de magnésio e o treonato de magnésio. Cada uma delas carrega o mineral a diferentes compartimentos do corpo, ampliando o espectro de benefícios.

1. Malato de Magnésio

O malato de magnésio é uma combinação de magnésio com ácido málico, um ácido orgânico presente naturalmente em frutas. O ácido málico é um intermediário do ciclo de Krebs — a via central de produção de energia celular — e sua associação com o magnésio favorece especialmente a produção de ATP (adenosina trifosfato), a molécula que o corpo usa como combustível imediato.

Estudos sugerem que o malato de magnésio pode ser particularmente útil em quadros de fadiga muscular e sensibilidade muscular. Uma pesquisa publicada no Journal of Nutritional & Environmental Medicine (Russell et al., 1995) investigou sua utilização em pessoas com fibromialgia, reportando melhora na dor e no cansaço nos participantes suplementados.

2. Glicinato de Magnésio

O glicinato de magnésio (ou bisglicinato) combina o mineral ao aminoácido glicina. Esta forma é reconhecida por apresentar alta biodisponibilidade e excelente tolerabilidade gastrointestinal — o que a diferencia das formas mais comuns, como o óxido de magnésio, que frequentemente causam efeito laxativo.

A glicina, por si só, é um neurotransmissor inibitório com papel reconhecido na qualidade do sono. Um estudo publicado no periódico Sleep and Biological Rhythms (Bannai & Kawai, 2012) demonstrou que a suplementação com glicina antes de dormir melhorou a qualidade subjetiva do sono e reduziu a sonolência diurna nos participantes. A associação com o magnésio potencializa esses efeitos, tornando o glicinato uma forma especialmente interessante para o período noturno.

3. Treonato de Magnésio

O treonato de magnésio (também chamado L-treonato de magnésio) é a forma mais recentemente desenvolvida e a que tem gerado maior interesse na neurociência. Seu diferencial está na capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica — a estrutura que protege o cérebro e restringe a passagem de substâncias da corrente sanguínea para o sistema nervoso central.

Um estudo publicado na revista Neuron (Slutsky et al., 2010), conduzido pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), demonstrou que o treonato de magnésio foi a única forma testada capaz de elevar os níveis de magnésio no líquido cefalorraquidiano e no córtex cerebral de ratos, com melhoras significativas na plasticidade sináptica e na função cognitiva.

Pesquisas subsequentes em humanos reforçam o interesse nessa forma para aspectos relacionados à memória, concentração e saúde cognitiva a longo prazo.

Deficiência de Magnésio: mais comum do que parece

Uma revisão publicada no Nutrients (Rosanoff et al., 2012) estimou que até 75% da população americana não consome quantidades adequadas de magnésio. No Brasil, o cenário é similar: o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, o uso crônico de certos medicamentos (como inibidores de bomba de prótons e diuréticos) e o estresse crônico são fatores que contribuem para a depleção desse mineral.

Os sinais mais comuns associados à insuficiência de magnésio incluem:

  • Câimbras musculares frequentes
  • Dificuldade para dormir ou sono não reparador
  • Irritabilidade e ansiedade
  • Cansaço persistente sem causa aparente
  • Dores de cabeça frequentes
  • Palpitações cardíacas

Esses sintomas são inespecíficos e podem ter múltiplas causas, por isso o diagnóstico de deficiência de magnésio deve ser investigado com um profissional de saúde.

Magnésio e sistema nervoso

O magnésio tem papel regulatório sobre os receptores NMDA (N-metil-D-aspartato), que são os principais receptores excitatórios do sistema nervoso central. Quando o magnésio está em níveis adequados, ele bloqueia a ativação excessiva desses receptores, contribuindo para uma resposta mais equilibrada ao estresse e reduzindo o estado de hiperexcitabilidade neuronal — frequentemente associado à ansiedade e ao sono de má qualidade.

Uma revisão de 2017 publicada no Nutrients (Boyle et al., 2017) analisou 18 estudos sobre magnésio e ansiedade e concluiu que há evidências preliminares favoráveis ao uso do mineral como estratégia adjunta no manejo da ansiedade leve a moderada, especialmente em populações com ingestão insuficiente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 2 cápsulas ao dia, preferencialmente à tarde ou à noite. Esse horário é estratégico: o magnésio tem um efeito relaxante que favorece a transição para o sono, e os níveis de cortisol (hormônio do estresse) naturalmente caem nesse período, criando uma janela favorável para a suplementação.

Evitar o jejum não é uma regra absoluta para o magnésio, mas consumi-lo junto a uma refeição pode reduzir eventuais desconfortos gastrointestinais em pessoas mais sensíveis.

Para quem pode ser indicado?

O magnésio tripla ação pode ser particularmente relevante para:

  • Pessoas com alta demanda física ou atletas (suporte à função muscular)
  • Indivíduos com dificuldades de sono ou insônia leve
  • Pessoas sob estresse crônico
  • Quem sente câimbras musculares frequentes
  • Indivíduos que desejam suportar a saúde cognitiva

Como sempre, a avaliação individualizada por um nutricionista ou médico é fundamental para determinar a dosagem adequada e avaliar possíveis interações com medicamentos em uso.

Referências científicas: Russell et al. (1995), Journal of Nutritional & Environmental Medicine; Slutsky et al. (2010), Neuron (MIT); Boyle et al. (2017), Nutrients; Rosanoff et al. (2012), Nutrients; Bannai & Kawai (2012), Sleep and Biological Rhythms.

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Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Meta description SEO: Descubra os benefícios da Laranja Moro combinada com Café Verde e Picolinato de Cromo. Veja o que dizem os estudos científicos sobre esses ingredientes.

Palavras-chave: laranja moro benefícios, antocianinas laranja moro, café verde emagrecimento, picolinato de cromo insulina


Se você já pesquisou sobre suplementos voltados ao metabolismo ou controle de peso, provavelmente já encontrou o nome laranja moro — e talvez tenha se perguntado se existe ciência por trás desse ingrediente. A resposta é sim, e ela é bastante interessante.

Neste artigo, vamos explorar o que são a laranja moro, o café verde e o picolinato de cromo, o que os estudos científicos revelam sobre cada um deles e como esses três ingredientes interagem em conjunto.

O que é a Laranja Moro?

A Laranja Moro (Citrus sinensis L. Osbeck) é uma variedade de laranja sanguínea originária da Sicília, Itália. Diferente das laranjas comuns, ela apresenta uma coloração avermelhada intensa — tanto na casca quanto na polpa — resultado de uma alta concentração de antocianinas, especialmente a cyanidin-3-glucoside (C3G).

As antocianinas são pigmentos naturais pertencentes à família dos flavonoides, reconhecidos por suas potentes propriedades antioxidantes. No caso da laranja moro, o perfil de antocianinas é distinto das demais laranjas sanguíneas, o que a tornou objeto de pesquisa científica nas últimas duas décadas.

O que dizem os estudos sobre a Laranja Moro?

Um dos estudos mais citados sobre a laranja moro foi publicado no International Journal of Obesity (Cardile et al., 2015), que investigou os efeitos do extrato de laranja moro em células de gordura humanas in vitro e em modelos animais. Os pesquisadores observaram que as antocianinas presentes no fruto influenciaram genes relacionados à diferenciação de adipócitos (células de gordura) e ao metabolismo lipídico.

Outro estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, conduzido por Mollace et al. (2011) e publicado na revista Fitoterapia, avaliou o efeito do extrato de laranja moro em adultos com sobrepeso ao longo de 12 semanas. Os participantes que receberam o extrato apresentaram redução no índice de massa corporal (IMC) e na circunferência abdominal em comparação ao grupo placebo, com diferenças estatisticamente significativas.

Pesquisas laboratoriais também demonstraram que a cyanidin-3-glucoside presente na laranja moro pode atuar na inibição de enzimas envolvidas na síntese de gordura (lipogênese), além de apresentar atividade anti-inflamatória ao modular vias de sinalização como o NF-kB.

Café Verde: além da cafeína

O café verde é simplesmente o grão de café não torrado. Durante o processo de torra, o grão perde grande parte do ácido clorogênico — seu principal composto bioativo. Por isso, o extrato de café verde é muito mais rico nessa substância do que o café que consumimos diariamente.

O ácido clorogênico tem sido estudado por sua capacidade de modular a absorção de glicose no intestino delgado e influenciar o metabolismo hepático de gorduras. Uma revisão sistemática publicada no Journal of Evidence-Based Complementary & Alternative Medicine (Johnston et al., 2003) reuniu estudos clínicos sobre o tema e concluiu que o ácido clorogênico pode reduzir a absorção de glicose pós-prandial, o que contribui para a estabilidade glicêmica.

Vale destacar que o café verde também contém cafeína, embora em menor quantidade do que o café torrado. A cafeína é um dos estimulantes naturais mais estudados e tem papel conhecido no aumento do gasto energético por meio da termogênese — o processo pelo qual o corpo produz calor ao metabolizar nutrientes.

Picolinato de Cromo: o papel do mineral na regulação glicêmica

O cromo é um mineral traço essencial que participa da sinalização da insulina. Sua forma mais biodisponível e estudada na suplementação é o picolinato de cromo — uma forma quelada que facilita a absorção intestinal do mineral.

O cromo atua como cofator do 'fator de tolerância à glicose' (GTF), potencializando a ação da insulina nos receptores celulares. Estudos clínicos demonstraram que a suplementação com picolinato de cromo pode contribuir para a redução da glicemia de jejum e da hemoglobina glicada (HbA1c) em pessoas com resistência insulínica.

Uma meta-análise publicada no Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics (Suksomboon et al., 2014), que reuniu 25 estudos randomizados controlados, concluiu que o picolinato de cromo foi associado a reduções modestas, mas significativas, na glicemia de jejum e nos triglicerídeos.

Além disso, algumas pesquisas apontam que o cromo pode influenciar o apetite por carboidratos — um aspecto relevante para pessoas que notam dificuldade em controlar o consumo de alimentos açucarados.

A sinergia dos três ingredientes

Quando analisamos a combinação de laranja moro, café verde e picolinato de cromo, percebemos que os três atuam em frentes complementares do metabolismo:

  • A laranja moro contribui com antioxidantes potentes (antocianinas) e ação sobre o metabolismo lipídico.
  • O café verde, via ácido clorogênico, auxilia na modulação da absorção de glicose e no gasto energético.
  • O picolinato de cromo apoia a sensibilidade à insulina e o controle glicêmico.

Essa combinação foi pensada de forma estratégica para atuar em múltiplos pontos do metabolismo de carboidratos e gorduras simultaneamente — o que potencialmente aumenta a eficácia em comparação ao uso isolado de cada ingrediente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 1 cápsula pela manhã, em jejum. O jejum favorece a absorção do ácido clorogênico do café verde e das antocianinas da laranja moro, maximizando a biodisponibilidade dos compostos ativos.

Considerações importantes

A suplementação com laranja moro, café verde e picolinato de cromo não substitui hábitos alimentares equilibrados, prática regular de atividade física ou acompanhamento profissional. Pessoas com condições de saúde como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, gestantes e lactantes devem consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação.

Indivíduos sensíveis à cafeína devem estar atentos, pois o extrato de café verde pode conter quantidades variáveis da substância.

Referências científicas: Mollace et al. (2011), Fitoterapia; Johnston et al. (2003), JECAM; Suksomboon et al. (2014), Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics; Cardile et al. (2015), International Journal of Obesity.

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⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

Você acorda cansada mesmo depois de dormir.
Depende de café para funcionar.
Sente queda de energia no meio da tarde.
Tem dificuldade de foco, rendimento baixo nos treinos e produtividade limitada no trabalho.

Isso não é “falta de força de vontade”.
É, muitas vezes, falta de suporte metabólico adequado.

A produção de energia no nosso corpo depende diretamente de nutrientes específicos que participam da formação de ATP (adenosina trifosfato), a molécula responsável por abastecer nossas células.

E é exatamente nesse ponto que entra o Energy – Vicky Beauty.


🔬 O que existe por trás da fórmula do Energy?

O Energy não é um estimulante comum.
Ele não contém cafeína e não promove picos seguidos de queda brusca de energia.
Sua proposta é oferecer energia metabólica inteligente, com liberação equilibrada.

Vamos entender cada ativo:

✔ Arginina

A arginina é um aminoácido precursor do óxido nítrico, substância que melhora a circulação sanguínea.
Melhor fluxo sanguíneo significa melhor entrega de oxigênio e nutrientes para músculos e cérebro, favorecendo desempenho físico e mental.

Estudos demonstram que a arginina pode contribuir para melhora da performance e redução da fadiga em determinadas condições metabólicas.


✔ Vitamina B6

A vitamina B6 participa diretamente do metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.
Ela é essencial na conversão de nutrientes em energia e também atua na síntese de neurotransmissores, impactando foco, humor e disposição.

Baixos níveis de B6 podem estar associados à fadiga e redução de desempenho cognitivo.


✔ Magnésio

O magnésio é cofator em mais de 300 reações enzimáticas no organismo.
Ele participa da produção de ATP, da contração muscular e do funcionamento neuromuscular.

Deficiências leves de magnésio são comuns e frequentemente associadas a cansaço, câimbras, baixa energia e dificuldade de recuperação.


✔ Zinco

O zinco atua no metabolismo energético, na função imunológica e no equilíbrio hormonal.
Além disso, é fundamental para a integridade celular e resposta antioxidante.

Níveis adequados de zinco contribuem para melhor recuperação e resistência física.


✔ Taurina

A taurina é um aminoácido com ação moduladora no sistema nervoso e participação no equilíbrio eletrolítico celular.
Ela auxilia na resistência física, no foco e na redução do estresse oxidativo associado ao esforço físico e mental.


⚡ Por que escolher uma fórmula sem cafeína?

A cafeína estimula o sistema nervoso central, mas pode gerar:
– picos abruptos de energia
– ansiedade
– taquicardia
– queda brusca posterior (“efeito rebote”)

O Energy atua de maneira diferente:
oferece suporte metabólico com absorção eficiente e liberação gradual, promovendo energia sustentada ao longo do dia.


💛 Para quem o Energy é indicado?

• Pessoas com rotina intensa e alto nível de exigência mental
• Quem sente queda de energia no meio do dia
• Praticantes de atividade física
• Profissionais que precisam de foco e produtividade
• Quem busca alternativa à cafeína

Energia não é sobre estimulação exagerada.
É sobre fornecer ao corpo o que ele precisa para funcionar melhor.


✨ A solução não está em fazer mais. Está em nutrir melhor.

Quando o metabolismo energético recebe os cofatores adequados, o corpo responde com mais disposição, clareza mental e resistência física.

Cuidar da energia é cuidar da qualidade de vida.


Dra. Giovanna Baleiro
Nutricionista Esportiva e Estética
Para Vicky Beauty 💛

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Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

A chegada da terceira idade traz transformações naturais — algumas bem-vindas, outras que exigem atenção. Entre as principais preocupações está a sarcopenia, a perda progressiva de massa e força muscular que aumenta o risco de quedas, limita a autonomia e prejudica a qualidade de vida. Para muitas mulheres, essas mudanças se aceleram a partir da perimenopausa e da menopausa, quando a queda nos níveis de estrogênio favorece a perda muscular e óssea, abrindo caminho para osteopenia e, em casos mais avançados, osteoporose. É nesse cenário que a creatina — um suplemento reconhecido por atletas, tem emergido como uma ferramenta valiosa também para idosos.

Por que a creatina faz sentido na terceira idade?

A creatina é um composto naturalmente produzido pelo organismo (e obtido em parte pela alimentação, especialmente carnes e peixes) que atua como reservatório rápido de energia para contrações musculares intensas. Em pessoas idosas, há tanto diminuição de massa magra quanto alterações no metabolismo energético celular, fatores que tornam a reposição pela dieta e suplementação mais relevantes. Estudos e revisões recentes mostram que, sobretudo quando combinada com treinamento resistido, a suplementação de creatina pode aumentar massa magra, melhorar força e funcionalidade (capacidade de levantar-se, caminhar e carregar cargas), além de contribuir para a manutenção da saúde óssea. Mulher, perimenopausa e risco aumentado

A transição para a perimenopausa e a menopausa é um período crítico. A redução do estrogênio está associada não só a perda de densidade mineral óssea (osteopenia → osteoporose) mas também à maior propensão à sarcopenia. Para mulheres que chegam aos 50+, medidas preventivas são essenciais: alimentação proteica adequada, exercícios de força regulares e, quando indicado, suplementação com creatina como coadjuvante das intervenções. A literatura específica sobre creatina no contexto feminino tem crescido: há evidências de que mulheres perimenopáusicas e pós-menopáusicas também podem se beneficiar, especialmente em termos de força e composição corporal. 

E quanto aos ossos? creatina ajuda a prevenir osteopenia/osteoporose?

A relação músculo–osso é íntima: músculos mais fortes submetem o esqueleto a cargas mecânicas benéficas, estimulando remodelação óssea. Ensaios controlados e estudos longitudinais indicam que a creatina, quando associada a um programa de resistência, pode contribuir para ganhos na massa magra e apresentar sinais promissores sobre alguns parâmetros de saúde óssea em mulheres pós-menopáusicas. Um estudo randomizado de longa duração avaliou suplementação de creatina aliada ao exercício e observou efeitos positivos sobre marcadores relacionados à saúde óssea — isto não significa que a creatina substitui cálcio, vitamina D ou tratamentos médicos para osteoporose, mas pode ser uma estratégia adjuvante para reduzir risco de perda óssea dentro de um programa integrado. 

Segurança e orientações práticas

Uma preocupação comum é o impacto da creatina nos rins. Revisões e meta-análises recentes mostram que, em indivíduos saudáveis e quando usada em doses recomendadas, a creatina não causa declínio da taxa de filtração glomerular — embora ocasionalmente eleve a creatinina sérica por efeito metabólico (o que pode confundir interpretações laboratoriais). Para idosos com doenças renais pré-existentes, hipertensão grave ou uso de medicamentos específicos, a avaliação médica antes de iniciar suplementação é imprescindível.

Dosagem prática (baseada em estudos clínicos):

  • Estratégia simples e eficaz: 3–5 g/dia de creatina monohidratada (manutenção). Estudos mostram que essa faixa é capaz de aumentar as reservas musculares de creatina e promover efeitos benéficos ao longo de semanas a meses. Alternativamente, protocolos com fase de “loading” (0,3 g/kg/dia por 5–7 dias) seguida de manutenção também são descritos, mas não são obrigatórios para obter benefícios.

Como inserir a creatina num plano de cuidado integral

  1. Avaliação inicial: exame clínico, função renal (se houver comorbidades), histórico de medicações e habitos alimentares.

  2. Priorizar treino de resistência: creatina é muito mais eficaz quando há estímulo mecânico (treino de força) — sessões 2–3x/semana já trazem ganhos significativos.

  3. Proteína adequada na dieta: combinar proteína de boa qualidade com creatina potencializa ganho de massa magra.

  4. Monitoramento: acompanhar força funcional (ex.: tempo para levantar da cadeira), composição corporal e, quando indicado, DMO (densidade mineral óssea).

  5. Segurança: orientar sobre produtos testados por terceiros e evitar doses muito altas sem supervisão.

Conclusão — por que considerar a creatina para idosos (e especialmente mulheres pós-50)

A creatina deixou de ser “apenas” suplemento de atletas. Para idosos, e particularmente para mulheres que atravessam a perimenopausa/menopausa, ela surge como uma aliada acessível, com forte respaldo científico, quando usada com critério e aliada a exercícios de força e boa nutrição. Seu papel não é milagroso nem substitui tratamentos médicos, mas pode aumentar a resistência muscular, preservar função e contribuir indiretamente para a saúde óssea — fatores decisivos para manter independência, mobilidade e qualidade de vida na maturidade.

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