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Vitaminas que ajudam no foco e produtividade feminina: saiba quais incluir na rotina

Vitaminas que ajudam no foco e produtividade feminina: saiba quais incluir na rotina

Manter a produtividade e o foco mental é um desafio real — especialmente para nós, mulheres, que equilibramos múltiplas tarefas e enfrentamos mudanças hormonais ao longo da vida. Com o tempo, o corpo reduz a produção de alguns nutrientes essenciais, o que pode afetar diretamente a clareza mental, energia e desempenho cognitivo.

A boa notícia? Hoje existem formas práticas e saborosas de cuidar da saúde cerebral, com suplementação eficiente e adaptada à rotina moderna. As gomas funcionais da Vicky Beauty oferecem exatamente isso: nutrição inteligente, sabor agradável e fórmulas pensadas para acompanhar você em cada fase da vida.

Neste conteúdo, você vai descobrir quais vitaminas realmente ajudam no foco e produtividade feminina, como elas atuam no cérebro e o que fazer para incorporá-las no dia a dia — de forma simples, natural e eficaz.

A relação entre vitaminas e produtividade feminina

Nosso corpo é como uma engrenagem complexa — e o cérebro é o motor que precisa dos nutrientes certos para funcionar com potência máxima. Vitaminas e minerais não apenas alimentam esse motor, como também regulam funções neurológicas, hormonais e cognitivas, influenciando diretamente na nossa produtividade.

Por que a suplementação é tão importante?

  • O estresse diário consome vitaminas essenciais como B6 e magnésio

  • A alimentação moderna, muitas vezes, é pobre em micronutrientes

  • Mudanças hormonais impactam foco, energia e memória

  • A idade reduz a absorção natural de algumas vitaminas

Com as gomas da Vicky Beauty, você pode repor nutrientes fundamentais com praticidade e sem precisar engolir cápsulas ou preparar shakes. Basta mastigar uma goma deliciosa e permitir que seu corpo receba o que realmente precisa para manter o ritmo.

Vitaminas para foco e clareza mental: conheça os nutrientes-chave

Cansaço mental, dificuldade de concentração e lapsos de memória podem estar ligados à deficiência de nutrientes. A seguir, conheça os principais que contribuem para manter a mente ativa e o raciocínio afiado.

Vitamina B6

  • Participa da produção de neurotransmissores como serotonina e dopamina

  • Ajuda a manter o equilíbrio emocional

  • Contribui para o foco, clareza mental e resistência ao estresse

Magnésio

  • Essencial para a função cerebral e transmissão nervosa

  • Auxilia na regulação do humor

  • Reduz ansiedade, irritabilidade e sensação de fadiga mental

Ômega-3 (EPA e DHA)

  • Melhora a comunicação entre os neurônios

  • Protege contra o declínio cognitivo

  • Favorece a memória e a capacidade de concentração

As gomas funcionais da Vicky Beauty reúnem esses e outros ativos em fórmulas pensadas para o dia a dia feminino. Com elas, você repõe o que o corpo precisa sem complicação — e ainda saboreia um momento leve e gostoso na rotina.

Vitamina D: energia, disposição e bom humor

Muito conhecida pelo papel na saúde dos ossos, a vitamina D também tem atuação decisiva na produtividade e saúde mental.

Benefícios para o cérebro:

  • Participa da produção de serotonina (o hormônio do bem-estar)

  • Contribui para a regulação do sono, foco e humor

  • Níveis baixos estão associados à fadiga crônica e dificuldade de concentração

Infelizmente, muitas pessoas têm deficiência dessa vitamina, especialmente quem passa muito tempo em ambientes fechados ou usa protetor solar com frequência.

A solução? Combinar exposição solar leve com suplementação estratégica. A Vicky Beauty oferece gomas com vitamina D em doses seguras e eficazes para manter seus níveis em dia e garantir mais disposição ao longo do dia.

Alimentos que favorecem o foco e a produtividade

Antes de pensar em suplementação, é importante lembrar: a base de tudo está na alimentação. Alguns alimentos são verdadeiros “combustíveis mentais” — e merecem lugar de destaque no seu prato.

Fontes alimentares ricas em nutrientes para o cérebro:

  • Salmão e sardinha: ricos em ômega-3, ajudam na memória

  • Espinafre e couve: cheios de antioxidantes e ferro

  • Abacate: boa fonte de gorduras saudáveis e vitaminas do complexo B

  • Ovos: fornecem colina, nutriente essencial para funções cognitivas

  • Castanhas e sementes: ricas em magnésio, selênio e zinco

Mas mesmo com uma alimentação equilibrada, nem sempre conseguimos atingir todas as necessidades diárias de micronutrientes. É aí que a suplementação entra como aliada — especialmente quando se trata de produtividade e desempenho mental.

Guia prático: como incorporar vitaminas na sua rotina com facilidade

A chave para resultados reais está na constância e praticidade. Por isso, a Vicky Beauty criou suplementos em goma que cabem no seu dia a dia corrido — seja no trabalho, na bolsa da academia ou em viagens.

Dicas para manter a rotina:

  • Escolha um horário fixo para tomar sua goma: pode ser após o café ou antes do almoço

  • Deixe a embalagem visível na bolsa ou na mesa de trabalho

  • Combine a goma com um momento de autocuidado: leitura, skincare ou pausa para o chá

  • Mantenha uma alimentação balanceada e beba bastante água

Além das vitaminas do complexo B e da vitamina D, a Vicky Beauty também oferece gomas com melatonina (para melhorar o sono) e creatina (para energia mental e física). Ou seja, um portfólio completo para apoiar sua rotina.

Suplementação inteligente e personalizada: por que isso importa?

Suplementar com consciência é tão importante quanto comer bem. Isso significa:

  • Entender o que seu corpo realmente precisa

  • Evitar excesso de nutrientes que podem gerar desequilíbrio

  • Escolher produtos confiáveis, com rótulo transparente e registro na Anvisa

Na Vicky Beauty, cada fórmula é pensada com base nas reais demandas da mulher moderna. Além de ingredientes seguros, as gomas passam por rigorosos testes de qualidade e trazem informações completas no rótulo — tudo para que você consuma com confiança e tranquilidade.

E lembre-se:

Antes de iniciar qualquer suplementação, é sempre recomendável buscar orientação profissional, especialmente se você:

  • Está grávida ou amamentando

  • Tem problemas de saúde crônicos

  • Já usa outros suplementos ou medicamentos

Evite exageros: produtividade não vem em cápsula mágica

Não caia na armadilha dos excessos. Tomar muitas vitaminas sem critério não turbina sua mente — pode até atrapalhar. O segredo está no equilíbrio entre:

  • Sono de qualidade

  • Alimentação balanceada

  • Atividade física regular

  • Hidratação adequada

  • Suplementação consciente

Essa combinação sim é capaz de transformar sua produtividade e ajudar você a manter o foco, o humor e a energia mesmo nos dias mais desafiadores.

Sua mente merece o melhor cuidado

Foco, energia e clareza mental não vêm de fórmulas mágicas, mas de uma construção diária. Com as vitaminas certas, alimentação equilibrada e bons hábitos, você ativa seu melhor desempenho físico e mental.

E se o seu objetivo é manter a produtividade feminina com praticidade e sabor, a linha de gomas da Vicky Beauty é sua aliada ideal. Desenvolvidas especialmente para mulheres, elas combinam ingredientes eficazes, formatos práticos e um cuidado genuíno com o seu bem-estar.

Acesse agora a loja e descubra os suplementos perfeitos para sua rotina. Sua mente merece o melhor — e você também.

 

 

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Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Magnésio Tripla Ação: por que a forma do magnésio faz toda a diferença

Meta description SEO: Entenda o que é o Magnésio Tripla Ação, quais formas de magnésio estão presentes e o que os estudos científicos revelam sobre os benefícios desse mineral essencial.

Palavras-chave: magnésio tripla ação, formas de magnésio, malato de magnésio, treonato de magnésio, glicinato de magnésio, deficiência de magnésio


O magnésio é o quarto mineral mais abundante no organismo humano e cofator de mais de 300 reações enzimáticas — da síntese de ATP à regulação do sistema nervoso. Apesar de sua importância fundamental, pesquisas indicam que grande parte da população não atinge as recomendações diárias desse mineral apenas pela alimentação.

O que muitas pessoas não sabem, porém, é que nem todo suplemento de magnésio é igual. A forma química em que o magnésio é apresentado influencia diretamente sua absorção, biodisponibilidade e os tecidos para os quais ele é direcionado no organismo. É aí que entra o conceito de magnésio tripla ação.

O que é o Magnésio Tripla Ação?

O termo 'tripla ação' refere-se à combinação de três formas de magnésio com perfis de absorção e atuação distintos, geralmente o malato de magnésio, o glicinato de magnésio e o treonato de magnésio. Cada uma delas carrega o mineral a diferentes compartimentos do corpo, ampliando o espectro de benefícios.

1. Malato de Magnésio

O malato de magnésio é uma combinação de magnésio com ácido málico, um ácido orgânico presente naturalmente em frutas. O ácido málico é um intermediário do ciclo de Krebs — a via central de produção de energia celular — e sua associação com o magnésio favorece especialmente a produção de ATP (adenosina trifosfato), a molécula que o corpo usa como combustível imediato.

Estudos sugerem que o malato de magnésio pode ser particularmente útil em quadros de fadiga muscular e sensibilidade muscular. Uma pesquisa publicada no Journal of Nutritional & Environmental Medicine (Russell et al., 1995) investigou sua utilização em pessoas com fibromialgia, reportando melhora na dor e no cansaço nos participantes suplementados.

2. Glicinato de Magnésio

O glicinato de magnésio (ou bisglicinato) combina o mineral ao aminoácido glicina. Esta forma é reconhecida por apresentar alta biodisponibilidade e excelente tolerabilidade gastrointestinal — o que a diferencia das formas mais comuns, como o óxido de magnésio, que frequentemente causam efeito laxativo.

A glicina, por si só, é um neurotransmissor inibitório com papel reconhecido na qualidade do sono. Um estudo publicado no periódico Sleep and Biological Rhythms (Bannai & Kawai, 2012) demonstrou que a suplementação com glicina antes de dormir melhorou a qualidade subjetiva do sono e reduziu a sonolência diurna nos participantes. A associação com o magnésio potencializa esses efeitos, tornando o glicinato uma forma especialmente interessante para o período noturno.

3. Treonato de Magnésio

O treonato de magnésio (também chamado L-treonato de magnésio) é a forma mais recentemente desenvolvida e a que tem gerado maior interesse na neurociência. Seu diferencial está na capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica — a estrutura que protege o cérebro e restringe a passagem de substâncias da corrente sanguínea para o sistema nervoso central.

Um estudo publicado na revista Neuron (Slutsky et al., 2010), conduzido pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), demonstrou que o treonato de magnésio foi a única forma testada capaz de elevar os níveis de magnésio no líquido cefalorraquidiano e no córtex cerebral de ratos, com melhoras significativas na plasticidade sináptica e na função cognitiva.

Pesquisas subsequentes em humanos reforçam o interesse nessa forma para aspectos relacionados à memória, concentração e saúde cognitiva a longo prazo.

Deficiência de Magnésio: mais comum do que parece

Uma revisão publicada no Nutrients (Rosanoff et al., 2012) estimou que até 75% da população americana não consome quantidades adequadas de magnésio. No Brasil, o cenário é similar: o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, o uso crônico de certos medicamentos (como inibidores de bomba de prótons e diuréticos) e o estresse crônico são fatores que contribuem para a depleção desse mineral.

Os sinais mais comuns associados à insuficiência de magnésio incluem:

  • Câimbras musculares frequentes
  • Dificuldade para dormir ou sono não reparador
  • Irritabilidade e ansiedade
  • Cansaço persistente sem causa aparente
  • Dores de cabeça frequentes
  • Palpitações cardíacas

Esses sintomas são inespecíficos e podem ter múltiplas causas, por isso o diagnóstico de deficiência de magnésio deve ser investigado com um profissional de saúde.

Magnésio e sistema nervoso

O magnésio tem papel regulatório sobre os receptores NMDA (N-metil-D-aspartato), que são os principais receptores excitatórios do sistema nervoso central. Quando o magnésio está em níveis adequados, ele bloqueia a ativação excessiva desses receptores, contribuindo para uma resposta mais equilibrada ao estresse e reduzindo o estado de hiperexcitabilidade neuronal — frequentemente associado à ansiedade e ao sono de má qualidade.

Uma revisão de 2017 publicada no Nutrients (Boyle et al., 2017) analisou 18 estudos sobre magnésio e ansiedade e concluiu que há evidências preliminares favoráveis ao uso do mineral como estratégia adjunta no manejo da ansiedade leve a moderada, especialmente em populações com ingestão insuficiente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 2 cápsulas ao dia, preferencialmente à tarde ou à noite. Esse horário é estratégico: o magnésio tem um efeito relaxante que favorece a transição para o sono, e os níveis de cortisol (hormônio do estresse) naturalmente caem nesse período, criando uma janela favorável para a suplementação.

Evitar o jejum não é uma regra absoluta para o magnésio, mas consumi-lo junto a uma refeição pode reduzir eventuais desconfortos gastrointestinais em pessoas mais sensíveis.

Para quem pode ser indicado?

O magnésio tripla ação pode ser particularmente relevante para:

  • Pessoas com alta demanda física ou atletas (suporte à função muscular)
  • Indivíduos com dificuldades de sono ou insônia leve
  • Pessoas sob estresse crônico
  • Quem sente câimbras musculares frequentes
  • Indivíduos que desejam suportar a saúde cognitiva

Como sempre, a avaliação individualizada por um nutricionista ou médico é fundamental para determinar a dosagem adequada e avaliar possíveis interações com medicamentos em uso.

Referências científicas: Russell et al. (1995), Journal of Nutritional & Environmental Medicine; Slutsky et al. (2010), Neuron (MIT); Boyle et al. (2017), Nutrients; Rosanoff et al. (2012), Nutrients; Bannai & Kawai (2012), Sleep and Biological Rhythms.

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Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Laranja Moro: o que a ciência diz sobre esse antioxidante poderoso

Meta description SEO: Descubra os benefícios da Laranja Moro combinada com Café Verde e Picolinato de Cromo. Veja o que dizem os estudos científicos sobre esses ingredientes.

Palavras-chave: laranja moro benefícios, antocianinas laranja moro, café verde emagrecimento, picolinato de cromo insulina


Se você já pesquisou sobre suplementos voltados ao metabolismo ou controle de peso, provavelmente já encontrou o nome laranja moro — e talvez tenha se perguntado se existe ciência por trás desse ingrediente. A resposta é sim, e ela é bastante interessante.

Neste artigo, vamos explorar o que são a laranja moro, o café verde e o picolinato de cromo, o que os estudos científicos revelam sobre cada um deles e como esses três ingredientes interagem em conjunto.

O que é a Laranja Moro?

A Laranja Moro (Citrus sinensis L. Osbeck) é uma variedade de laranja sanguínea originária da Sicília, Itália. Diferente das laranjas comuns, ela apresenta uma coloração avermelhada intensa — tanto na casca quanto na polpa — resultado de uma alta concentração de antocianinas, especialmente a cyanidin-3-glucoside (C3G).

As antocianinas são pigmentos naturais pertencentes à família dos flavonoides, reconhecidos por suas potentes propriedades antioxidantes. No caso da laranja moro, o perfil de antocianinas é distinto das demais laranjas sanguíneas, o que a tornou objeto de pesquisa científica nas últimas duas décadas.

O que dizem os estudos sobre a Laranja Moro?

Um dos estudos mais citados sobre a laranja moro foi publicado no International Journal of Obesity (Cardile et al., 2015), que investigou os efeitos do extrato de laranja moro em células de gordura humanas in vitro e em modelos animais. Os pesquisadores observaram que as antocianinas presentes no fruto influenciaram genes relacionados à diferenciação de adipócitos (células de gordura) e ao metabolismo lipídico.

Outro estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, conduzido por Mollace et al. (2011) e publicado na revista Fitoterapia, avaliou o efeito do extrato de laranja moro em adultos com sobrepeso ao longo de 12 semanas. Os participantes que receberam o extrato apresentaram redução no índice de massa corporal (IMC) e na circunferência abdominal em comparação ao grupo placebo, com diferenças estatisticamente significativas.

Pesquisas laboratoriais também demonstraram que a cyanidin-3-glucoside presente na laranja moro pode atuar na inibição de enzimas envolvidas na síntese de gordura (lipogênese), além de apresentar atividade anti-inflamatória ao modular vias de sinalização como o NF-kB.

Café Verde: além da cafeína

O café verde é simplesmente o grão de café não torrado. Durante o processo de torra, o grão perde grande parte do ácido clorogênico — seu principal composto bioativo. Por isso, o extrato de café verde é muito mais rico nessa substância do que o café que consumimos diariamente.

O ácido clorogênico tem sido estudado por sua capacidade de modular a absorção de glicose no intestino delgado e influenciar o metabolismo hepático de gorduras. Uma revisão sistemática publicada no Journal of Evidence-Based Complementary & Alternative Medicine (Johnston et al., 2003) reuniu estudos clínicos sobre o tema e concluiu que o ácido clorogênico pode reduzir a absorção de glicose pós-prandial, o que contribui para a estabilidade glicêmica.

Vale destacar que o café verde também contém cafeína, embora em menor quantidade do que o café torrado. A cafeína é um dos estimulantes naturais mais estudados e tem papel conhecido no aumento do gasto energético por meio da termogênese — o processo pelo qual o corpo produz calor ao metabolizar nutrientes.

Picolinato de Cromo: o papel do mineral na regulação glicêmica

O cromo é um mineral traço essencial que participa da sinalização da insulina. Sua forma mais biodisponível e estudada na suplementação é o picolinato de cromo — uma forma quelada que facilita a absorção intestinal do mineral.

O cromo atua como cofator do 'fator de tolerância à glicose' (GTF), potencializando a ação da insulina nos receptores celulares. Estudos clínicos demonstraram que a suplementação com picolinato de cromo pode contribuir para a redução da glicemia de jejum e da hemoglobina glicada (HbA1c) em pessoas com resistência insulínica.

Uma meta-análise publicada no Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics (Suksomboon et al., 2014), que reuniu 25 estudos randomizados controlados, concluiu que o picolinato de cromo foi associado a reduções modestas, mas significativas, na glicemia de jejum e nos triglicerídeos.

Além disso, algumas pesquisas apontam que o cromo pode influenciar o apetite por carboidratos — um aspecto relevante para pessoas que notam dificuldade em controlar o consumo de alimentos açucarados.

A sinergia dos três ingredientes

Quando analisamos a combinação de laranja moro, café verde e picolinato de cromo, percebemos que os três atuam em frentes complementares do metabolismo:

  • A laranja moro contribui com antioxidantes potentes (antocianinas) e ação sobre o metabolismo lipídico.
  • O café verde, via ácido clorogênico, auxilia na modulação da absorção de glicose e no gasto energético.
  • O picolinato de cromo apoia a sensibilidade à insulina e o controle glicêmico.

Essa combinação foi pensada de forma estratégica para atuar em múltiplos pontos do metabolismo de carboidratos e gorduras simultaneamente — o que potencialmente aumenta a eficácia em comparação ao uso isolado de cada ingrediente.

Como utilizar

Modo de uso sugerido: 1 cápsula pela manhã, em jejum. O jejum favorece a absorção do ácido clorogênico do café verde e das antocianinas da laranja moro, maximizando a biodisponibilidade dos compostos ativos.

Considerações importantes

A suplementação com laranja moro, café verde e picolinato de cromo não substitui hábitos alimentares equilibrados, prática regular de atividade física ou acompanhamento profissional. Pessoas com condições de saúde como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, gestantes e lactantes devem consultar um médico ou nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação.

Indivíduos sensíveis à cafeína devem estar atentos, pois o extrato de café verde pode conter quantidades variáveis da substância.

Referências científicas: Mollace et al. (2011), Fitoterapia; Johnston et al. (2003), JECAM; Suksomboon et al. (2014), Journal of Clinical Pharmacy and Therapeutics; Cardile et al. (2015), International Journal of Obesity.

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🧬 IMMUNE: Vitamina D + Vitamina K + Vitamina E — Um Trio Estratégico para o Sistema Imune

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⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

⚡ Cansaço constante não é normal: o que seu corpo está tentando te dizer?

Você acorda cansada mesmo depois de dormir.
Depende de café para funcionar.
Sente queda de energia no meio da tarde.
Tem dificuldade de foco, rendimento baixo nos treinos e produtividade limitada no trabalho.

Isso não é “falta de força de vontade”.
É, muitas vezes, falta de suporte metabólico adequado.

A produção de energia no nosso corpo depende diretamente de nutrientes específicos que participam da formação de ATP (adenosina trifosfato), a molécula responsável por abastecer nossas células.

E é exatamente nesse ponto que entra o Energy – Vicky Beauty.


🔬 O que existe por trás da fórmula do Energy?

O Energy não é um estimulante comum.
Ele não contém cafeína e não promove picos seguidos de queda brusca de energia.
Sua proposta é oferecer energia metabólica inteligente, com liberação equilibrada.

Vamos entender cada ativo:

✔ Arginina

A arginina é um aminoácido precursor do óxido nítrico, substância que melhora a circulação sanguínea.
Melhor fluxo sanguíneo significa melhor entrega de oxigênio e nutrientes para músculos e cérebro, favorecendo desempenho físico e mental.

Estudos demonstram que a arginina pode contribuir para melhora da performance e redução da fadiga em determinadas condições metabólicas.


✔ Vitamina B6

A vitamina B6 participa diretamente do metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras.
Ela é essencial na conversão de nutrientes em energia e também atua na síntese de neurotransmissores, impactando foco, humor e disposição.

Baixos níveis de B6 podem estar associados à fadiga e redução de desempenho cognitivo.


✔ Magnésio

O magnésio é cofator em mais de 300 reações enzimáticas no organismo.
Ele participa da produção de ATP, da contração muscular e do funcionamento neuromuscular.

Deficiências leves de magnésio são comuns e frequentemente associadas a cansaço, câimbras, baixa energia e dificuldade de recuperação.


✔ Zinco

O zinco atua no metabolismo energético, na função imunológica e no equilíbrio hormonal.
Além disso, é fundamental para a integridade celular e resposta antioxidante.

Níveis adequados de zinco contribuem para melhor recuperação e resistência física.


✔ Taurina

A taurina é um aminoácido com ação moduladora no sistema nervoso e participação no equilíbrio eletrolítico celular.
Ela auxilia na resistência física, no foco e na redução do estresse oxidativo associado ao esforço físico e mental.


⚡ Por que escolher uma fórmula sem cafeína?

A cafeína estimula o sistema nervoso central, mas pode gerar:
– picos abruptos de energia
– ansiedade
– taquicardia
– queda brusca posterior (“efeito rebote”)

O Energy atua de maneira diferente:
oferece suporte metabólico com absorção eficiente e liberação gradual, promovendo energia sustentada ao longo do dia.


💛 Para quem o Energy é indicado?

• Pessoas com rotina intensa e alto nível de exigência mental
• Quem sente queda de energia no meio do dia
• Praticantes de atividade física
• Profissionais que precisam de foco e produtividade
• Quem busca alternativa à cafeína

Energia não é sobre estimulação exagerada.
É sobre fornecer ao corpo o que ele precisa para funcionar melhor.


✨ A solução não está em fazer mais. Está em nutrir melhor.

Quando o metabolismo energético recebe os cofatores adequados, o corpo responde com mais disposição, clareza mental e resistência física.

Cuidar da energia é cuidar da qualidade de vida.


Dra. Giovanna Baleiro
Nutricionista Esportiva e Estética
Para Vicky Beauty 💛

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Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

Creatina na terceira idade: aliada contra a perda de massa, a fragilidade e o risco ósseo

A chegada da terceira idade traz transformações naturais — algumas bem-vindas, outras que exigem atenção. Entre as principais preocupações está a sarcopenia, a perda progressiva de massa e força muscular que aumenta o risco de quedas, limita a autonomia e prejudica a qualidade de vida. Para muitas mulheres, essas mudanças se aceleram a partir da perimenopausa e da menopausa, quando a queda nos níveis de estrogênio favorece a perda muscular e óssea, abrindo caminho para osteopenia e, em casos mais avançados, osteoporose. É nesse cenário que a creatina — um suplemento reconhecido por atletas, tem emergido como uma ferramenta valiosa também para idosos.

Por que a creatina faz sentido na terceira idade?

A creatina é um composto naturalmente produzido pelo organismo (e obtido em parte pela alimentação, especialmente carnes e peixes) que atua como reservatório rápido de energia para contrações musculares intensas. Em pessoas idosas, há tanto diminuição de massa magra quanto alterações no metabolismo energético celular, fatores que tornam a reposição pela dieta e suplementação mais relevantes. Estudos e revisões recentes mostram que, sobretudo quando combinada com treinamento resistido, a suplementação de creatina pode aumentar massa magra, melhorar força e funcionalidade (capacidade de levantar-se, caminhar e carregar cargas), além de contribuir para a manutenção da saúde óssea. Mulher, perimenopausa e risco aumentado

A transição para a perimenopausa e a menopausa é um período crítico. A redução do estrogênio está associada não só a perda de densidade mineral óssea (osteopenia → osteoporose) mas também à maior propensão à sarcopenia. Para mulheres que chegam aos 50+, medidas preventivas são essenciais: alimentação proteica adequada, exercícios de força regulares e, quando indicado, suplementação com creatina como coadjuvante das intervenções. A literatura específica sobre creatina no contexto feminino tem crescido: há evidências de que mulheres perimenopáusicas e pós-menopáusicas também podem se beneficiar, especialmente em termos de força e composição corporal. 

E quanto aos ossos? creatina ajuda a prevenir osteopenia/osteoporose?

A relação músculo–osso é íntima: músculos mais fortes submetem o esqueleto a cargas mecânicas benéficas, estimulando remodelação óssea. Ensaios controlados e estudos longitudinais indicam que a creatina, quando associada a um programa de resistência, pode contribuir para ganhos na massa magra e apresentar sinais promissores sobre alguns parâmetros de saúde óssea em mulheres pós-menopáusicas. Um estudo randomizado de longa duração avaliou suplementação de creatina aliada ao exercício e observou efeitos positivos sobre marcadores relacionados à saúde óssea — isto não significa que a creatina substitui cálcio, vitamina D ou tratamentos médicos para osteoporose, mas pode ser uma estratégia adjuvante para reduzir risco de perda óssea dentro de um programa integrado. 

Segurança e orientações práticas

Uma preocupação comum é o impacto da creatina nos rins. Revisões e meta-análises recentes mostram que, em indivíduos saudáveis e quando usada em doses recomendadas, a creatina não causa declínio da taxa de filtração glomerular — embora ocasionalmente eleve a creatinina sérica por efeito metabólico (o que pode confundir interpretações laboratoriais). Para idosos com doenças renais pré-existentes, hipertensão grave ou uso de medicamentos específicos, a avaliação médica antes de iniciar suplementação é imprescindível.

Dosagem prática (baseada em estudos clínicos):

  • Estratégia simples e eficaz: 3–5 g/dia de creatina monohidratada (manutenção). Estudos mostram que essa faixa é capaz de aumentar as reservas musculares de creatina e promover efeitos benéficos ao longo de semanas a meses. Alternativamente, protocolos com fase de “loading” (0,3 g/kg/dia por 5–7 dias) seguida de manutenção também são descritos, mas não são obrigatórios para obter benefícios.

Como inserir a creatina num plano de cuidado integral

  1. Avaliação inicial: exame clínico, função renal (se houver comorbidades), histórico de medicações e habitos alimentares.

  2. Priorizar treino de resistência: creatina é muito mais eficaz quando há estímulo mecânico (treino de força) — sessões 2–3x/semana já trazem ganhos significativos.

  3. Proteína adequada na dieta: combinar proteína de boa qualidade com creatina potencializa ganho de massa magra.

  4. Monitoramento: acompanhar força funcional (ex.: tempo para levantar da cadeira), composição corporal e, quando indicado, DMO (densidade mineral óssea).

  5. Segurança: orientar sobre produtos testados por terceiros e evitar doses muito altas sem supervisão.

Conclusão — por que considerar a creatina para idosos (e especialmente mulheres pós-50)

A creatina deixou de ser “apenas” suplemento de atletas. Para idosos, e particularmente para mulheres que atravessam a perimenopausa/menopausa, ela surge como uma aliada acessível, com forte respaldo científico, quando usada com critério e aliada a exercícios de força e boa nutrição. Seu papel não é milagroso nem substitui tratamentos médicos, mas pode aumentar a resistência muscular, preservar função e contribuir indiretamente para a saúde óssea — fatores decisivos para manter independência, mobilidade e qualidade de vida na maturidade.

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